Pessoalmente | Notícias / artigos
330
blog,paged,paged-2,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-title-hidden,qode_grid_1300,footer_responsive_adv,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-16.7,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-5.5.2,vc_responsive

Quando pensamos num processo psicoterapêutico, pensamos muitas vezes numa forma eficaz de controlar, moderar ou eliminar sintomas que, simplesmente, menosprezamos. Eventualmente localizar a origem e depois… livrar-nos deles rapidamente, para que rapidamente se extingam “as dores”. Mas será mesmo assim? E se, ao invés de expulsar (muitas vezes esconder) os sintomas, os convidássemos para nossos aliados no processo psicoterapêutico? Charles Darwin...